segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O QUE É PRÉ- DIABETES?

O diabetes é uma doença caracterizada pela alta concentração de glicose na corrente sanguinea. A glicose é a forma química resultante da digestão e metabolismo de qualquer tipo de açúcar que ingerimos. Para que a sua absorção aconteça, necessitamos de um hormônio chamado insulina, que é produzido no pâncreas e liberado na circulação toda vez que ingerimos uma refeição rica em açúcar. A insulina é liberada em quantidade proporcional a quantidade de açúcar ingerido e encaminha as suas moléculas para o fígado, músculos e tecido adiposo a fim de ser utilizado posteriormente na produção de energia.

Caso este mecanismo falhe por algum motivo - seja pela produção insuficiente de insulina pelo pâncreas, ou pelo não aproveitamento da insulina produzida - a quantidade de glicose na corrente sanguínea fica elevada, caracterizando o diabetes.

No caso da produção insuficiente de insulina pelo organismo temos o diabetes tipo 1 e no caso do não aproveitamento da insulina produzida, temos o diabetes tipo 2. A obesidade e o excesso de gordura abdominal são comumente associados ao desenvolvimento do diabetes tipo 2 uma vez que a presença das moléculas de gordura dificulta o trabalho da insulina e, com isso, a glicemia mantem-se alta.

Além dos conceitos de diabetes já estabelecidos, está surgindo um novo conceito: o de pré-diabetes, que pode ser caracterizado como um estágio antes do diabetes tipo 2 - onde o nível de glicose sanguinea está alterado, mas não alto o suficiente para caracterizar o diabetes propriamente dito. Os valores do exame de glicemia em jejum de pré-diabéticos estão entre 110 e 125 mg/dl.

Nem todos os pré-diabéticos tornam-se necessariamente diabéticos, mas este estado de saúde requer atenção especial devido a progressão da doença.

Diversos estudos vem analisando a eficácia de intervenções medicamentosas e no estilo de vida em indivíduos pré-diabéticos. Os resultados demonstram que mudanças para uma vida mais ativa e saudável são, muitas vezes, mais eficazes que o tratamento com medicamentos.

A adoção de hábitos de vida mais saudáveis, como uma dieta hipocalórica e hipogordurosa e 150 minutos por semana de atividade física em intensidade moderada foi responsável pela redução de peso e chances de desenvolvimento de diabetes tipo 2 em indivíduos com pré-diabetes.

 
A perda de peso parece ser a variável mais importante para estes resultados, pois 1 Kg de peso corporal perdido está associado com uma redução de 16% de risco para diabetes. Entretanto, indivíduos que mudaram seus hábitos de vida e não necessariamente perderam peso, também apresentaram resultados positivos.

Lembre-se disso! Mais uma vez invista em uma vida saudável...você só tem a ganhar!





domingo, 1 de agosto de 2010

SÍNDROME METABÓLICA

A síndome metabólica é uma doença relativamente nova, consequência dos hábitos alimentares modernos. Estes, por sua vez, podem ser resumidos como maior consumo de calorias e gorduras e diminuição do consumo de fibras, vitaminas e sais minerais. Junte-se a isso, a existência de carros, controles remotos e outras facilidades antigamente não observadas.

A síndrome metabólica, também conhecida como síndorme X é um conjnto de sinais e sintomas frequentemente associado a resistência insulínica e ao diabetes. De acordo com o National Institutes of Health (2001), o diagnóstico da síndrome metabólica pode ser dado achando- se de pelo menos três dos seguintes eventos:

1. obesidade abdominal - circunferência da cintura maior que 88 cm em mulheres de 102 cm em homens
2. triglicerídios com taxas iguais ou superiores a 150 mg/dl
3. colesterol HDL menor que 50 mg/dl em mulheres e 40 mg/ dl em homens
4. pressão arterial maior ou igual a 130 mmHg/ 85mm Hg
5. glicemia de jejum igual ou superior a 110 mg/dl

Estes padrões deixam claro que a síndrome metabólica envolve a obesidade, hipertensão, dislipidemia e hiperglicemia. O fato é que estes fatores detonam alterações metabólicas importantes no organismo que aumentam consideravelmente o risco de morte por doenças cardiovasculares.

Percebemos pelos padrões de diagnóstico que um indivíduo obeso, com diabetes e com altas taxas de triglicerídios pode ser portador da síndrome metabólica mesmo sem apresentar hipertensão. Outro exemplo, é que o indivíduo não precisa necessariamente ser obeso para desenvolver os sintomas da síndrome metabólica. Ela já está caracterizada na presença de diabetes, hipertensão e colesterol HDL baixo. As taxas de HDL aumentam com a prática de atividade física, ou seja, se o indivíduo é sedentário suas taxas serão baixas.

Estudos apontam que a perda de peso de 7% do peso corporal já ajuda no controle da síndrome, especialmente em indivíduos diabéticos. Isso porque a gordura abdominal dificulta o funcionamento do mecanismo da insulina e acontece um fenômeno conhecido como hiperinsulinemia (ou resistência a insulina) - condição em que crescentes quantidades de insulina são necessárias para que a resposta biológica normal seja alcançada. Indivíduos com hiperinsulinemia apresentam maior predisposição ao desenvolvimento do diabetes tipo 2 e também da síndrome metabólica.

A boa notícia é que para que a síndrome metabólica se manifeste, estão envolvidos além de fatores hereditários e genéticos, alguns fatores variáveis como o estilo de vida e hábito alimentar. Pessoas que mantém uma alimentação saudável e que fazem atividade física, automaticamente diminuem as suas chances de desenvolver a síndrome metabólica e, com isso, diminui também o risco do desenvolvimento de de doenças cardiovasculares.

Fazer escolhas alimentares saudáveis e manter uma prática regular de exercícios afasta você de mais esta doença!

A ALIMENTAÇÃO FORA DE CASA

A dieta do brasileiro vem sofrendo alterações significativas nos últimos tempos. O aumento do volume de trabalho e a falta de tempo para fazer as refeições, somam-se a maior variedade e praticidade de lanches fast food ou alimentos semi-prontos. Hoje em dia, verificamos que o consumo de alimentos in natura é muito baixo na maioria da população. Este é um dado que preocupa muito.

Sempre que preparamos uma refeição em casa, sabemos a procedência dos produtos. Sabemos também a quantidade de gordura que acrescentamos as preparações e, claro, sabemos o tamanho das porções que estão ficando prontas. Quando esta refeição é feita fora de casa, perdemos o controle sobre estes fatores e acabamos comendo mais do que devíamos. Na maioria das vezes, não podemos fazer as refeições em casa, com a família reunida e aproveitando todos os nutrientes que os alimentos podem nos oferecer. O que estou defendendo aqui é o bom senso na hora de tomar as decisões relacionadas a alimentação fora de casa.

Os restaurantes tipo buffett por kg apresentam uma enorme variedade de alimentos todos os dias. O cliente escolhe os alimentos que lhe agradam e paga apenas pelo que está comendo. Esta modalidade de restaurante é muito comum nas cidades e a prática clínica nos mostra que muitas pessoas optam por este tipo de buffett na hora do almoço. Aqui temos dois lados da moeda. O primeiro é que a praticidade e a variedade apresentada são perfeitas para quem tem a agenda lotada de compromissos e não consegue desprender tempo no preparo das refeições. O outro lado da moeda é que a mesma variedade pode acabar despertando a curiosidade em experimentar todos os alimentos. O resultado disso é que as pessoas acabam colocando no prato mais comida do que realmente queriam. Muitas vezes, esta não é a melhor modalidade de restaurante para escolher quando se está com muita fome pois a probabilidade da curiosidade aparecer é muito grande.

Temos também os restaurantes a la carte, onde escolhemos um prato com os seus componentes e ele vem na porção exata. Nesse caso, a apresentação e o sabor dos alimentos é o que vai contar para que os clientes voltem ou não. Aqui acende a luz vermelha. O que é adicionado ao alimento para que ele fique tão saboroso? Normalmente, são porções generosas de gordura. Aí mora o perigo relacionado com o restaurante a la carte. Muitas vezes o objetivo do cozinheiro difere do objetivo do cliente: um está preocupado em fazer uma comida saborosa e agradável enquanto que o outro está buscando algo saudável. Sempre que optar por este tipo de restaurante, preste atenção nos molhos servidos (normalmente apresentam muita gordura). Preste atenção também nos aperetivos servidos antes das refeições. Pãezinhos com patês e outros tipos de antepastos podem colocar uma dieta por água abaixo.

Por fim as lanchonetes. Hoje em dia, as lanchonetes de fast food apresentam uma variedade de opções saudáveis no cardápio - saladas, sucos, sanduíches em pão integral ou com carne grelhada ao invés de empanadas e fritas. Mais uma vez entra em cena o bom senso. Algumas lanchonetes oferecem como opções de acompanhamento batata frita ou salada. Com certeza a opção da salada é mais saudável e deve ser escolhida por aquelas pessoas que estão seguindo um plano alimentar de perda de peso ou então pelas pessoas que estão interessadas em manter a saúde em dia. Os refrigerantes devem ser sempre substituídos por suco ou água e os acompanhamentos fritos devem ser dispensados ou substituídos por salada. A composição do pão do sanduíche deve ser observado, devendo sempre se escolher o integral, mais saudável por conter fibras.

Ao optar por uma salada na hora do almoço ou do jantar, um item a ser observado é o molho. Muitas redes de fast food oferecem saladas com molhos a base de maionese ou industrializados, que contém muito sódio. Prefira temperar a salada você mesmo, com azeite de oliva, vinagre balsâmico e o mínimo de sal possível. Não esqueça de dispensar ao acompanhamentos extras como o queijo ralado e a batata palha.

Pessoas que almoçam todos os dias fora de casa e seguem algum tipo de regime alimentar, ou apenas estão interessadas em seguir uma vida saudável, com certeza precisam ter uma dose maior de força de vontade para seguir firme e forte no seu objetivo. Mas não é impossível! É preciso sempre usar o bom senso na escolha do seu prato e contar com a orientação de um profissional.

Quinoa

A quinoa é um cereal que produz uma semente pequena, comestível, rica em proteínas, vitaminas e minerais. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), a quinoa é um dos poucos vegetais completos, por apresentar um balanço de aminoácidos adequado a nutrição humana.


O principal consituinte da quinoa é o amido (58%), mas o seu perfil proteico chama atenção pela porcentagem de proteínas de alto valor biológico (entre 12 e 15%). Nenhum outro vegetal apresenta uma porcentagem tão alta de proteínas de alto valor biológico.

As sementes também são ricas em minerais como o potássio, cálcio, magnésio, fósforo, enxofre, ferro e zinco. Seu alto conteúdo de fibras alimentares (inclui fibras solúveis e insolúveis) possui efeito positivo para a saúde, como por exemplo o bom funcionamento do intestino e a redução do risco de alguns tipos de câncer.

Além de todos estes benefícios nutricionais, alguns estudos revelam que a utilização da quinoa traz melhora da resposta imune, bem como  das inflamações e lesões do tecido conjuntivo.

Depois de conhecer todas as vantagens da quinoa, não deixe de incluir este cereal no seu cardápio diário. Ela pode ser acrescentada ao iogurte, sucos naturais ou até mesmo junto com uma porção de fruta. A alta quantidade de fibras presentes na semente, requer aumento proporcional do consumo de água. Este é um detalhe importante muitas vezes não observado pela maioria das pessoas. As fibras precisam de água para desempenhar o seu papel.

A quinoa pode ser encontrada na versão flocos ou farinha. Escolhendo qualquer uma das versões, você vai tirar proveito das suas propriedades nutricionais. Para as pessoas interessadas em desfrutar do rico perfil de aminoácidos, é melhor optar pela versão em flocos. Quem está de olho nas fibras e nos benefícios que elas podem trazer, deve ficar com a versão da farinha.

Sempre devemos lembrar que a inclusão de qualquer item da dieta deve ter acompanhamento de um profissional nutricionsita, e esta dica se repete para a quinoa. Este profissional está habilitado a indicar os alimentos (ou a melhor versão deles) para que você tire o melhor proveito possível das suas propriedades nutricionais e, claro....viva uma vida saudável!!!

sábado, 24 de abril de 2010

REFRIGERANTES DIET

É muito comum verificarmos a ingestão de refrigerantes diet por pessoas que estão interessadas em perder peso. Normalmente, o raciocínio utilizado é que o ganho viria uma vez que a bebida não apresenta calorias. Realmente, se formos comparar um refrigerante diet (light, zero...) com sua versão original que apresenta cerca de 134 calorias por 100 ml a opção por esta versão é muito vantajosa.

Um estudo publicado no ano de 2008, analisou o hábito de 16 mil pessoas de meia-idade por mais de nove anos com o objetivo de investigar a relação da dieta destas pessoas com a ocorrência da síndrome metabólica. A síndrome metabólica é uma síndrome que agrega doenças crônicas como a resistência a insulina, altas taxas de LDL sanguíneo, pressão arterial elevada e aumento da gordura abdominal.

De acordo com o resultado da pesquisa, os voluntários que bebiam uma lata de refrigerante diet por dia apresentaram um risco 34% maior de desenvolver a síndrome metabólica. Em comparação, os voluntários que apresentavam o costume de ingerir frituras com frequência, apresentaram 25%....

A alta porcentagem de risco de desenvolvimento da síndrome metabólica nos indivíduos que costumam ingerir refrigerantes diet pode ser explicada, de acordo com o estudo, por dois componentes:

1. o adoçante artificial - o organismo tem um sistema de percepção dos alimentos, que, de acordo com as suas características, consegue predizer a quantidade de calorias que será ingerida. O sabor adocicado do adoçante acaba mascarando para o organismo que se está ingerindo glicose, mas na verdade não está. Como o adoçante não fornece as calorias que a glicose forneceria, o organismo vai buscá-las. A necessidade do organismo de buscar calorias, normalmente força a opção por alimentos calóricos. Tudo isto explica que o adoçante dispara vontade de comer, ou seja, fome.  Assim sendo, contraditoriamente, a utilização de adoçantes faz com que se coma mais.

2. o gás carbônico - o consumo contínuo de qualquer bebida com gás pode aumentar a área do estômago em até 50%. A expansão do estômago provoca diminuição da saciedade, ou seja, é preciso comer mais para que este órgão envie ao cérebro a mensagem de satisfação.

De acordo com estes dados, mais uma vez  podemos perceber que, a escolha dos alimentos vai muito além das calorias. O organismo responde como um todo e devemos saber como será a reação do corpo frente as nossas escolhas, especialmente quando se busca perda de peso ou vida saudável.

Lembre-se que a perda de peso não vem sem dedicação, esforço e disciplina. A não presença de calorias não quer dizer que a solução dos problemas para quem quer perder peso está nos refrigerantes diet.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

RAÇÃO HUMANA

A nova dieta da moda é a "dieta da ração humana". Será que ela funciona?

A ração humana é uma mistura de alimentos funcionais, ou seja, aqueles que além de nutrir desempenham um papel de proteção contra doenças. Cada cereal contido na receita apresenta uma função diferente que misturados poderiam contribuir com a perda de peso.

É importante lembrar que sempre que você diminuir o consumo calórico, vai emagrecer. Não importa de qual grupo alimentar venham as calorias cortadas - carboidratos, proteínas ou lipídios - sempre um consumo menor que o gasto calórico vai resultar em perda de peso.

A ciência da Nutrição avança a cada dia para provar que para manter um peso saudável, é necessário força de vontade e dedicação, não existem milagres.....

Duas palavras básicas para quem deseja perder peso seriam equilíbrio e moderação. Não é recomendado, por exemplo, que se consuma uma alta dose de carboidratos no fim de semana e durante a semana se faça restrição deste nutriente. Em termos de emagrecimento, é mais vantajoso distribuir o carboidrato em pequenas porções diariamente desde que combinando-o corretamente com proteínas e gorduras. Por outro lado, se existe um consumo abusivo de carboidrato ele é estocado como gordura (e normalmente é acumulado na região abdominal).

Em períodos de restrição - leia-se: dieta de emagrecimento - o cérebro, coração e pulmões precisam de energia para continuar funcionando. Se esta energia não vem dos alimentos, o organismo mobiliza proteínas musculares para obte-la o que faz com que os músculos fiquem fracos e o organismo tenha o seu funcionamento prejudicado.

Voltando a ração humana, dependendo de como for administrada, a mistura pode até mesmo engordar uma vez que os alimentos que a compõem são calóricos. Partindo do princípio que um indivíduo saudável consome porções de todos os grupos alimentares, teoricamente não precisaria de nenhuma suplementação. Além disso, pacientes cardíacos ou diabéticos devem tomar cuidado, pois a mistura contém alguns ingredientes estimulantes e outros contendo carboidratos (como o açúcar mascavo). Mais uma vez vale a orientação de que consumir qualquer alimento ou suplementação sem orientaçaõ de um profissional pode ser perigoso.

Em um programa assistido de perda de peso, uma mistura de ingredientes semelhante a ração humana pode ser muito válida, desde que  adaptada as necessidades do indivíduo e incorporada a sua rotina. Nem sempre todos precisam de todos os ingredientes contidos na ração humana. Essas necessidades devem ser avaliadas e respeitadas na elaboração de um plano alimentar equilibrado e saudável.

Lembre-se de cuidar da sua saúde analisando com cautela as informações que chegam até você. Especialmente quando se tratar de alguma descoberta milagrosa para a perda de peso....a recompensa não vem sem o esforço!!!


A importância do consumo de frutas e verduras

O consumo de frutas e hortaliças deve ser hábito de quem procura seguir um cardápio equilibrado e saudável. Estes dois grupos alimentares são ricos em vitaminas e sais minerais que contribuem para o funcionamento perfeito do organismo. As vitaminas podem ser antioxidantes que atuam prevenindo o envelhecimento precoce ou até mesmo o desenvolvimento de tumores. Já os sais minerais podem atuar como co-fatores de enzimas e melhorar nossa função digestiva, por exemplo.

Embora seja um grande produtor mundial de frutas e hortaliças, com grande abundância de variedades nas diferentes regiões do país, o brasileiro ainda é um péssimo consumidor destes alimentos, priorizando outros de inferior valor nutricional, tais como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes. O consumo destes alimentos, por sua vez, tem o efeito inverso das frutas e hortaliças. O resultado disto, pode ser visto pelo aumento da obesidade e doenças crônicas na população atual.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário mínimo para um adulto deve ser de cinco porções, ou 400 gramas de frutas e legumes. No Brasil, a ingestão não chega a um terço destes valores. Segundo a mais recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3% das calorias totais ingeridas pela população.

Preste atenção na quantidade de porções que você consome e faça um teste. O consumo recomendado de frutas é de 3 a 5 porções, ou seja, 1 maçã, 1 banana  e 1 fatia de mamão por dia, pelo menos. Quantas porções de fruta você está ingerindo?

Com relação aos vegetais, normalmente a tendência é que o consumo seja ainda menor. O ideal é que se consuma entre 4 e 5 porções por dia. Cerca de 15 folhas de alface correspondem a 1 porção. Quando falamos em cenoura ralada, 1 colher de servir (colher de arroz) corresponde a uma porção.

Lembre-se que quanto mais colorido for o seu prato, mai variado será o seu consumo de vitaminas e sais minerais, o que irá contribuir muito com o equielíbrio do seu organismo. Além disso, estes dois grupos alimentares são muito ricos em fibras, contribuindo para aumentar a sensação de saciedade e ainda prevenir doenças crônicas como o câncer.

Invsita no consumo destes alimentos! Você só tem a ganhar!